sexta-feira, 23 de novembro de 2012
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
sábado, 27 de outubro de 2012
Não coloques as tuas aspirações nos entretenimentos, viagens, festas e folguedos...
Caso te
surjam as oportunidades para gozá-los, muito bem, aproveita e
constatarás que estes prazeres passam como outras satisfações quaisquer,
deixando-te ansioso por novas ocasiões de fruí-los, e assim,
incessantemente.
Há quem sacrifique o futuro, utilizando-se de empréstimos e prestações com juros extorsivos para viver estas ilusões, que retornam como pesadelos, no momento dos resgates das dívidas.
Busca os prazeres simples e duradouros, aqueles que não te perturbam o presente nem te escravizam no futuro.
Há quem sacrifique o futuro, utilizando-se de empréstimos e prestações com juros extorsivos para viver estas ilusões, que retornam como pesadelos, no momento dos resgates das dívidas.
Busca os prazeres simples e duradouros, aqueles que não te perturbam o presente nem te escravizam no futuro.
Joanna de Ângelis
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
A Mais Bela Flor

O estacionamento estava deserto quando me sentei para ler embaixo dos longos ramos de um velho carvalho.
Desiludido da vida, com boas razões para chorar, pois o mundo estava tentando me afundar.
E se não fosse razão suficiente para arruinar o dia, um garoto ofegante se chegou, cansado de brincar. Ele parou
na minha frente, cabeça pendente, e disse cheio de alegria:
- "Veja o que encontrei".
Na sua mão uma flor, e que visão lamentável, pétalas caídas, pouca água ou luz.
Querendo me ver livre do garoto com sua flor, fingi pálido sorriso e me virei. Mas ao invés de recuar ele se
sentou ao meu lado, levou a flor ao nariz e declarou com estranha surpresa:
- "O cheiro é ótimo, e é bonita também... Por isso a peguei;
ei-la, é sua."
A flor à minha frente estava morta ou morrendo, nada de cores vibrantes como laranja, amarelo ou vermelho,
mas eu sabia que tinha que pegá-la, ou ele jamais sairia de lá.
Então me estendi para pegá-la e respondi:
- O que eu precisava.
Mas, ao invés de colocá-la na minha mão, ele a segurou no ar sem qualquer razão. Nessa hora notei, pela
primeira vez, que o garoto era cego, que não podia ver o que tinha nas mãos.
Ouvi minha voz sumir, lágrimas despontaram ao sol enquanto lhe agradecia por escolher a melhor flor daquele
jardim.
- "De nada", ele sorriu.
E então voltou a brincar sem perceber o impacto que teve em meu dia. Me sentei e pus-me a pensar como ele
conseguiu enxergar um homem auto-piedoso sob um velho carvalho.
Como ele sabia do meu sofrimento auto-indulgente?
Talvez no seu coração ele tenha sido abençoado com a verdadeira visão.
Através dos olhos de uma criança cega, finalmente entendi que o problema não era o mundo, e sim EU.
E por todos os momentos em que eu mesmo fui cego, agradeci por ver a beleza da vida e apreciei cada segundo
que é só meu.
E então levei aquela feia flor ao meu nariz e senti a fragrância de uma bela rosa, e sorri enquanto via aquele
garoto, com outra flor em suas mãos, prestes a mudar a vida de um insuspeito senhor de idade.
E se não fosse razão suficiente para arruinar o dia, um garoto ofegante se chegou, cansado de brincar. Ele parou
na minha frente, cabeça pendente, e disse cheio de alegria:
- "Veja o que encontrei".
Na sua mão uma flor, e que visão lamentável, pétalas caídas, pouca água ou luz.
Querendo me ver livre do garoto com sua flor, fingi pálido sorriso e me virei. Mas ao invés de recuar ele se
- "O cheiro é ótimo, e é bonita também... Por isso a peguei;
ei-la, é sua."
A flor à minha frente estava morta ou morrendo, nada de cores vibrantes como laranja, amarelo ou vermelho,
mas eu sabia que tinha que pegá-la, ou ele jamais sairia de lá.
Então me estendi para pegá-la e respondi:
- O que eu precisava.
Mas, ao invés de colocá-la na minha mão, ele a segurou no ar sem qualquer razão. Nessa hora notei, pela
primeira vez, que o garoto era cego, que não podia ver o que tinha nas mãos.
jardim.
- "De nada", ele sorriu.
conseguiu enxergar um homem auto-piedoso sob um velho carvalho.
Como ele sabia do meu sofrimento auto-indulgente?
Talvez no seu coração ele tenha sido abençoado com a verdadeira visão.
Através dos olhos de uma criança cega, finalmente entendi que o problema não era o mundo, e sim EU.
E por todos os momentos em que eu mesmo fui cego, agradeci por ver a beleza da vida e apreciei cada segundo
que é só meu.
E então levei aquela feia flor ao meu nariz e senti a fragrância de uma bela rosa, e sorri enquanto via aquele
garoto, com outra flor em suas mãos, prestes a mudar a vida de um insuspeito senhor de idade.
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Adeus Ano velho!!!
Até o mês passado eu ficava dizendo a mim mesma:
"Tomara que o próximo Ano acabe rapidinho, não aguento mais!
Foram tantos problemas que eu já estava pensando em desistir.
Passei os últimos 5 meses só reclamando, até que uma amiga veio em casa e começou a contar seus problemas. Senti vergonha!
O que ela estava passando era sim um grande problema:
Alguém cometeu suicídio por causa de uma grande depressão, uns meses depois ..., em seguida outra morte ...
Finalmente eu havia descoberto qual era realmente meu grande problema. O problema se chama Esquecimento!
Esqueci de agradecer pela vida que tenho, pelos três filhos maravilhosos, pelo companheiro que está ao meu lado há 30 anos.
Fui infeliz por um tempo e a culpa era apenas minha!
Supervalorizei os problemas e esqueci das alegrias.
Faltam alguns dias para o Ano Novo, e eu só desejo que no Ano Novo
eu não esqueça por um minuto de agradecer a Deus as dádivas recebidas.
Quando agradecemos os problemas se tornam pequenos.
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